Jofran Frejat

Nasceu em Floriano, Piauí, no dia 19 de maio de 1937. Filho de João Frejat e Adélia Frejat.

Formado pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro em 1962; pós-graduado em curso de oncologia pela Universidade de Londres em 1972.

Mudou-se para Brasília no mesmo ano de sua formatura e trabalhou no Hospital Regional da Asa Sul como cirurgião geral.

Publicou os seguintes livros: Aspectos Médico-Legais do aborto (1975); Plano de Assistência à Saúde no Distrito Federal (1979); Doença Não é Negócio (2009); O DF e a Crise Política (2009); Em Defesa de Brasília (2010).

Em atuação em atividades paraprofissionais, foi titular da Sociedade Brasileira de Mastologia e do Colégio Internacional de Cirurgiões; titular do Colégio Brasileiro de Cirurgiões; Fellow do International College of Surgeons; ocupou uma cadeira no Conselho Diretor da Fundação Hospitalar do Distrito Federal; foi deputado federal pelo Distrito Federal em 1986 e participou da Assembleia Constituinte que elaborou a Constituição de 1988; reeleito deputado federal em 1990, em 1994 e 1998 e em 2006, tornou-se recordista de mandatos políticos no Distrito Federal; participou da construção de vários hospitais públicos, como o Hospital de Ceilândia, o Hospital Regional da Asa Norte (HRAN), o Hospital de Apoio, Hospital do Paranoá, e de postos de assistência médica no DF. Foi um dos criadores da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs) e da Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs) criada pela Lei 2.676 de 12 de janeiro de 2001, ligada à Secretaria de Estado de Saúde do DF.

Quanto a funções e cargos hierárquicos foi Chefe da Unidade de Cirurgia Geral do Hospital Regional da Asa Sul; Diretor do Instituto Médico Legal do Distrito Federal (1973-1979); A partir de 1979 foi Secretário de Saúde em vários governos do DF. Durante sua gestão, coordenou o Plano Integrado de Saúde, desenvolveu uma política de descentralização dos serviços por meio da criação de postos de atendimento residencial; foi Secretário-Geral do Ministério da Previdência Social.

Em declarações na imprensa, defendeu a existência também de médicos especialistas nos postos de saúde em lugar de apenas generalistas. Considera que a saúde deve ter maior administração técnica e menos política. Constitui-se como respeitoso exemplo de dedicação ao cenário político em benefício da área da saúde.