Capa Academia 2016 2017Anais 2016-2017

Conceitos que nos são caros e que continuam a nortear nossa vida pessoal e profissional, independentemente de faixa etária, são a tônica desses diálogos: o reconhecimento que não somos infalíveis e a certeza de que sempre haverá espaço para se aprender um pouco mais, a manutenção de nossos valores éticos e a obrigação de colocarmos as necessidades do paciente acima das nossas.

Capa Anais 2014 2015

Anais 2014-2015 

Bons registros, como esses Anais, abrangem mais do que apenas dados de pesquisa: incluem descrições de planejamentos, interpretações de resultados, gerenciamento e planejamento de outras pesquisas, além de replicar resultados e documentar eventuais colaborações. Os temas incluídos nesse volume correspondem aos debatidos nas sessões plenárias realizadas no biênio 2014-2015. Boa leitura!      

Anais 2013-2014

As palestras e os debates inseridos nestes Anais de 2013 traduzem o pensamento crítico, em várias áreas do conhecimento, para o entendimento holístico da Medicina.

Anais de 2012-2013

Os debates inseridos nestes Anais e ocorridos durante o ano de 2012 contribuíram como reflexão a respeito de vários temas importantes da atualidade.

O alcance dessas discussões, ao envolver múltiplas instituições governamentais tem grande possibilidade de resultar em impacto positivo na prática médica, como contribuição para a Medicina desejada por todos.

Anais de 2010-2012 

É bem verdade que as palavras seguidas de debates tinham objetivos evidentes, o de proporcionarem propostas a serem apresentadas às sociedades médicas e científicas, particularmente do Distrito  Federal e que pudessem chegar também ao conhecimento das autoridades governamentais da Capital da República brasileira.

Por outro lado, discute-se muito sobre a relação médico-paciente e seus complexos caminhos. O que mudou nessa relação e o que permaneceu inalterado ao longo do tempo a colocou cada vez mais distante do ideário humanista. Nos tempos atuais estão entre as principais causas dessa distorção  as rápidas conquistas tecnológicas, a prescrição indiscriminada de medicamentos e a solicitação excessiva de exames complementares, que contribuem para deixar em segundo plano a pessoa do paciente.